Paisagens Hibridas 2014
Coordenação
Rubens de Andrade |Professor Adjunto I/Coordenador do Curso de História da Arte|EBA/UFRJ
Programa de Leituras

Parte I
MENESES,  Ulpiano T. Bezerra de. A paisagem como fato cultural In:  YAZIGE, Eduardo. Turismo e paisagem. São Paulo: 2002. (p. 29-69).
LUCHIARI,  Maria Tereza Duarte Paes. A (Re)Significação da paisagem no período contemporâneo In: ROSENDAHL, Zeny; CORRÊA, Roberto Lobato (Orgs.) Paisagem, imaginário e espaço. Rio de Janeiro: Eduerj, 2001. (p. 9-28).

Parte II
MAGALHÃES, Manuela Raposo, Arquitectura paisagista - morfologia e complexidade. Lisboa: Estampa, 2001. [Arquitectura paisagista - Conceitos, p. 29-70].
SPIRN, Anne Whiston. O jardim de granito. São Paulo: Edusp.1995. [Cidade e natureza, p. 25-52].

Parte III
PANZINI,  Franco. Projetar a natureza: arquitetura da paisagem e dos jardins desde as origens até a época contemporânea. São  Paulo: Senac, 2013. [Jardins como arte de  Estado: os  Versalhes da Europa, p. 281-350].

Parte IV
WÖLFFLIN, H. Renascença e barroco. São Paulo: Perspectiva, 1968. (p. 151-170).

Parte V
MOORE, Charles W.; MITCHELL, William J.; TURNBULL JR, William. A poética dos jardins. São Paulo: Unicamp, 2011.
(p. 182-224)

Parte VI
PANZINI,  Franco. Projetar a natureza: arquitetura da paisagem e dos jardins desde as origens até a época contemporânea. São  Paulo: Senac, 2013. [Paisagens da Idade Média: campos abertos e jardins fechados, p. 167-206).
TUAN, Yi-Fi. Paisagens do Medo. São Paulo: Unesp, 2005. [Medo no mundo medieval, p. 117-138].

Parte VII
PANZINI,  Franco. Projetar a natureza: arquitetura da paisagem e dos jardins desde as origens até a época contemporânea. São  Paulo: Senac, 2013. [O mundo Antigo: a natureza como utilidade e ornamento, p. 53-115).
Referências
LUCHIARI,  Maria Tereza Duarte Paes. A (Re)Significação da paisagem no período contemporâneo In: ROSENDAHL, Zeny; CORRÊA, Roberto Lobato (Orgs.) Paisagem, imaginário e espaço. Rio de Janeiro: Eduerj, 2001.
MAGALHÃES, Manuela Raposo. Arquitectura paisagista - morfologia e complexidade. Lisboa: Estampa, 2001.
MAZOYER,  Marcel; ROUDART,  Laurence. História das  agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea. São Paulo: Unesp, 2008.
MENESES,  Ulpiano T. Bezerra de. A paisagem como fato cultural In: YÁZIGE, Eduardo. Turismo e paisagem. São Paulo: 2002.
MOORE, Charles W.; MITCHELL, William J.; TURNBULL JR, William. A poética dos jardins. São Paulo: Unicamp, 2011.
PANZINI,  Franco. Projetar a natureza: arquitetura da paisagem e dos jardins desde as origens até a época contemporânea. São  Paulo: Senac, 2013.
SPIRN, Anne Whiston. O jardim de granito. São Paulo: Edusp,1995.
TUAN, Yi-Fi. Paisagens do Medo. São Paulo: Unesp, 2005.
WÖLFFLIN, H. Renascença e barroco. São Paulo: Perspectiva, 1968.
História dos  Jardins I
Código: BAH310 | Carga Horária Semanal: 2h | Carga Horária Semestral 30h (02 teóricas) Créditos: 2

ABORDAGENS
Parte I
Da paisagem ao jardim: dimensões, limites e estravasamentos.
Natureza, paisagem e jardins: entrelaçamentos conceituais sob o campo de estudos do paisagismo.

Parte II
Morfologia e tipologia
: os elementos formadores da paisagem e dos jardins.
A forma-jardim: teorias e conceitos paisagísticos na organização do meio ambinete construído. 

Parte III
Geometria, monumentalidade e simetria - instrumentos de composição da paisagem do barroca.
Le Notre e Versailles: o jardim francês e os símbolo do poder real.

Parte IV
Villas Italianas: arquitetura de jardins reveladas através da ideologia renascentista.
O artificialismo na composição dos jardins maneiristas.
As heranças dos modelos italianos na cultura paisagística contemporânea.

Parte V
Paraíso corânico: o jardim sob o signo da religiosidade do Islã.
Alcazar, Alhambra e Generalife: a tradução estética do  jardim islâmico na arquitetura palaciana da Península Ibérica.
Jardim Mughal: peregrinações, simetrias e monumentos funerários.

Parte VI
A floresta, a cidadela e o mosteiro: as fronteiras do mundo medieval.
Jardins medievais: entre o utilitarismo, o cientificismo e o prazer.
O claustro e Hortus Conclusios: materialização da ordem divina e espiritual na  arquitetura monástica.
Iluminuras: representações do  jardim e do paraiso celestial.

Parte VII
Egito e Mesopotâmia:  bosques sagrados, parques de caça e jardins suspensos.
Arquitetura, estatuária e relevo monumental - a  arte da Antiguidade inspirada na  fauna e  flora.
Os jardins na polis grega e na Roma Imperial.
Entre o Atrium, o peristilo e os jardins: representações da natureza na Casa Pompeana.